segunda-feira, 30 de abril de 2007

Melhor...

Amanhã não trabalho.
Ufa.
E hoje voltei mais cedo pra casa.
Gentê:










todo mundo lá, hein? quero nem saber de desculpa esfarrapada... estarei lá no lerê.

domingo, 29 de abril de 2007

Feriado? Pra quem?

Porque eu trabalhei ontem e hoje e trabalharei amanhã e provavelmente na terça-feira também.
O que eu ganho com isso? Dinheiro é que não é.
*-*

Demos de cara com a porta ontem na tentativa de ir a uma festinha muderna no Cais do Oriente. Porque os finos de lá não aceitam re-de-sho-pi para pagar a entrada. Só dinheiro, cash, cheque. A gente tinha 50 reais em $ que gastamos indo...e voltando do local.
Eu mereço, não mereço?

*-*

Um tédio tão grande que não cabe dentro da minha pessoa. Tô um pouquinho deprê, mas só um pouquinho. Acho que a temperatura mudou e com ela, meu humor. Se ao menos meu melhor amigo tivesse aqui pra dividir as gargalhadas/e/ou chororôs. Juju, só você me entende.

*-*

Tem gente sem noção nessa vida. Eu recebi um telefonema sem noção hoje. Apesar de estar trabalhando em casa para a minha chefe, fazendo desenhos etc e tal para a coleção nova, um outro ser resolveu me ligar e perguntar se eu estava disponível para ajudá-la hoje (relembrando: domingo) em seu bazar de moda. Pfffffff. Eu tenho que ser menos idiota, porque só dela ligar significa que eu dou espaço pra isso. Disse um não educado e esclareci que hoje eu estaria trabalhando em casa, com coisas do meu real trabalho.

*-*

Gente. Futebol é coisa pra maluco né não? As pessoas se esgoelando na janela, soltando pipocos, gritos...
Parece que abriram as portas do Pinel, e hoje é dia de passeio.

*-*
Eu coloquei OK GO! ali na barra dos vídeos do youtube. São dois dos meus clipes favoritos de todos os tempos. (Aparecem 4 telinhas, mas na verdade só valem duas...Vê lá!)

Beijo pra você, e você, e você também.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Plásticas e afins

Eu reparei, já tem algum tempo isso, que eu desenvolvi debaixo dos olhos um estufadinho. É papada mesmo. Já venho reparando nisso há algum tempo e comparando com fotografias minhas mais antigas eu realmente não tinha isso antes. Além de me dar uma aflição enorme, porque me dá um aspecto triiiiiiiiste (por isso de vez em quando vem alguém e me pergunta "que cara é essa?"), eu fiquei pensando em como tirar isso sem ter que fazer plástica. Não que eu seja contra plástica - nos outros - só acho que aos 31 deve ter alguma outra alternativa menos radical pra reverter os olhos estufadinhos. Desabafei ontem com a minha mãe sobre isso. E hoje, recebi um telefonema da minha irmã amada, que ouviu um comentário da minha mãe que disse que eu tinha reclamado e blablabla. Ela queria então, me indicar um creme da Ana Pegova que segundo ela "funciona que é uma beleza". Perguntei por perguntar o preço do produtinho.
Du-zen-tos re-al. Fiquei assim ó: :O
E disse pra ela que por enquanto, du-zen-tos re-al é muito dinheiro pra mim. E ela: "Mas dura uns quatro meses!!!"
Gente, mesmo assim. Eu preciso fazer duzentos reais durarem muito durante um mês. Mas isso vai mudar. Serei RICA, aliás, já sou rica (estou programando coisinhas positivas na minha cabeça, mas isso é outro assunto).
Resolvi então marcar a minha visita ao dermatologista para ver se ele me fornece uma receitinha de farmácia de manipulação (adoro esse nome) que seja um genérico do Ana Pegova caro, e que encolha as minhas papadas e que me deixe com o aspecto mais leve e blablabla futilidades...
Só que o que mais me assustou nisso tudo foi que eu resolvi tomar uma providência sobre alguma coisa que, pela primeira vez na minha vida , me incomodou. Não que eu não me incomode com as banhas aqui, ali, e com o narigão etc
Mas isso mexeu comiga, zentz.
Acontece que me deu a exata noção de que o tempo passa sim, e a gente não sente.
Porque vocês sabem que no meu eu interior eu ainda tenho 16 anos de idade.
Eu fumo escondida dos meus pais aos 31, pra ter uma idéia.
Mas graças , eu ainda não me olhei no espelho e pensei "Oh! Preciso evocar o Santo Pitanguy de las Candongas!!!"
Ainda não...
E suspiro aliviada.


PS:Como é que vocês estão 14 leitores do meu blog?
Aliás, onde vocês estão?

tem nada pra fazer? fica aí, vendo um clip.

sábado, 21 de abril de 2007

Mudei os móveis

Eu não sei mexer em html, mas mudei algumas cousas.
Eu preciso de um banner novo, né?
Sábado em casa, com cólicas, sem grana...
Vou ali ver o terceiro dvd do dia.
Boa noite
:)

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Um dia de fúria

Eu posso resumir o meu dia em uma frase:
Eu fui hoje até Deodoro, que fica muito longe e tem que pegar a Avenida Brasil pra chegar.
Mas eu vou contar o que aconteceu passo a passo:

1) 9:20 da manhã. Sua chefe te liga e te acorda, pra dizer que ela daqui a pouco já está indo te encontrar no trabalho pois vocês têm muitíssimas coisas trés important para resolver hoje. Ok. Você diz pra sua chefe que você não está com facilidade para acordar mediante a tremenda TPM e a pedra que parece que colocaram em cima de você quando você foi se deitar ontem.
2) Levanto, lentamente e começo o processo de ir pro trabalho.
3) Você chega na esquina que vai dar no ponto de ônibus (o mesmo de um post anterior), e seu ônibus está saindo do ponto. Se conforma, dá um suspiro longo e espera o próximo. Ele leva 15 minutos pra chegar.
4) Chega ao destino e sobe a ladeira de sempre. Lembrando que a TPM não vai embora assim de uma hora pra outra, ela só se torna mais óbvia ao subir uma ladeira, por exemplo.
5) Que supresa a sua quando você descobre que mesmo uma hora e meia depois do seu último telefonema, a sua chefe ainda não chegou.
6) Faz os afazeres do dia, o que dá pra fazer, e espera a mascote-recém-chegada, que volta da faculdade de moda por volta de 13h e vai te ajudar a separar tudo que você e ela vão levar para a estamparia que fica na casa do caralho, chegar.
7) 12:00pm. Sua chefe não deu sinal. Você então liga pra casa dela e descobre via-marido-da-chefe que ela está dormindo. E tem toda razão. Eu estaria também se não tivessem me acordado às 9 e 20 da manhã.
8) Respira fundo e aguarda, pois não podemos sair até que a chefe apareça para nos dar o $ da gasolina para chegarmos na casa do caralho.
9) Só conseguimos o $ às 4 da tarde, e vamos seguir até a casa do caralho que fecha às 6 em ponto, desembestadas e aflitas. Não colocamos gasolina, pois a minha companheira de viagem (a.ka. Robin), acha que dá pra chegar.
10) Minha TPM piora muito quando erramos o caminho para a casa do c* (cansei de palavrão), e acendo uns 10 cigarros até chegarmos lá. Sigo atentamente as instruções do cara que trabalha na casa do caralho (oops) me passa por telefone, repasso pra Robin que dirige descalça e me deixa tensa com isso, e conseguimos chegar.
11) Aparentemente deu tudo certo, né? Chegamos lá, separamos o que vai estampar, que é coisa pra caralho só porque fica na casa do caralho, e aí assim é tudo amigo, tudo irmão. Mas não.
12) Nos perdemos na volta. Uma perdidinha tranqüila, leve. Nada que nem na ida. Só que, lembra? A gente não colocou gasolina em nenhum momento. Aí já nos demos por conta disso e nada de posto de gasolina.
13) Pulei uma linha pra não ficar longo o número 12.
14)Então. Os postos de gasolina TODOS ficam na outra extremidade da pista sentido centro. Tem uma mureta ENORME e não conseguimos nenhum retorno pra pegar nenhum posto de gasolina. Mas pelo menos o trânsito flui.
15) Engarrafamos.
16) Conseguimos depois do engarrafamento colocar gasolina. Ufa.
17) Uma hora depois estamos entrando no Rebouças. Ufa.
18) Consigo uma carona até em casa, depois de falar com a chefe que está no trabalho e perguntou se a gente ia passar lá e pela minha voz, ela entendeu e aceitou que não.
19) Estou abrindo a porta de casa e o meu celular vibra. É a chefinha dizendo que não está com chave para trancar a cozinha ( eu trabalho numa casa, mmmkay?), e eu preciso voltar lá para trancar, pois a casa não pode ficar aberta.
20) Respiro fundo. Conto até dois, e digo que vou ligar pra Robin para ver se ela salva a Batman aqui, afinal, ela está de carro e eu não, ela pode retornar deonde ela tiver agora, e trancar a porta, já que ela tem chave...

E deu certo.
Eu mereço um presente né? Estou sozinha em casa, porque o marido resolveu ver jogo de futebol com outras pessoas, e pedi um japa só pra mim. Com cerveja para acompanhar. Mas só uma garrafinha, porque amanhã ainda é quinta-feira e começa tudo de novo.


domingo, 15 de abril de 2007

Nada não

De vez em quando dá uma alegriazinha. Mas é um pouco sutil, como se a fada Sininho tivesse passando por aqui pra avisar que a vida pode ser boa.
A simplicidade de um domingo de manhã pode me ajudar a esquecer alguns problemas.
Abrir a janela e ver que Ele continua ali de braços abertos pra gente, nessa cidade ensolarada e azul, me faz suspirar um pouco. E eu tirei uma foto pra ilustrar.
Carpe Diem.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Balzaquianices e as coisas de se morar fora da casa dos pais nos dias de hoje ou o lamento de uma pessoa sem assunto

  • Eu tenho muito sono, muito mais cedo, hoje em dia.
  • Eu peso na balança sair ou ficar em casa vendo filme, e a segunda opção quase sempre ganha.
  • Eu sento com os pés no chão no ônibus, e não pendurando as pernas encostando os joelhos no banco da frente.
  • Fico de ressaca de não conseguir me levantar da cama no dia seguinte a um campeonato de levantamento de copos.
  • Nesse dia (da ressaca) eu acordo quase seis da tarde (aconteceu recentemente).
  • Não tenho muita paciência para os vinte e poucos anos de pessoas que me cercam, salvo raras exceções.
  • Eu posso até emagrecer, mas a barriga não desaparece por nada nessa vida.
  • Eu tenho dor na lombar à noite.
  • Não consigo pregar o olho se eu tiver muito cansada.
  • Penso no que eu tenho que fazer no dia seguinte no trabalho, quando já cheguei em casa e tá mais do que na hora de desligar.
  • Sábados e domingos são dias sagrados, meço a vontade de sair com vontade de carregar as baterias e a segunda opção quase sempre ganha.
  • Tenho uma faxineira e preciso dar algumas especificações a ela, coisa que eu nunca me preocupei na vida quando morava com meus pais.
  • Coloco títulos enormes em posts sem sentido.
  • Apago as luzes dos cômodos quando saio deles.
  • Tenho uma agenda que infelizmente não tem adesivos furta-cor, adereços, fotos de boy-bands, mas sim, um monte de compromissos que quase nunca consigo cumprir num dia.
  • Ando com Ponstan na bolsa, caso a dor de cabeça apareça de repente.
  • Tem um comprimento de saia que não uso mais porque me sinto ridícula.
  • Modinha da barriga de fora, parei de usar aos 21 anos.
  • Uso maiô na praia.
  • Tenho 31, mas essa lista me faz parecer BEM mais velha.
  • Tenho um namorido de 34. Um velho. Com fios de cabelo branco na barba.
  • Acho um charme homens de 30 e poucos anos com fios de cabelo branco na barba.
  • Sou chamada de "senhora" por taxistas.
  • Escovo os dentes todas as noites antes de dormir.
  • Tenho um blog porque ainda não fiz terapia, mas acho que assim que entrar, vou parar com isso (acredito que o terapeuta me aconselhe).
  • Me divirto com coisas estranhas, tipo passear no Jardim Botânico.
  • Tenho acessos de riso vendo Luciana Gimenez.
  • Tenho plantas em casa, mas não consigo fazer elas crescerem direito.
  • Fico mais tempo no trabalho que em casa.
  • Leio o jornal inteiro , e não somente o Segundo Caderno e o Rio Show na sexta-feira.
  • Tenho amigos há mais de vinte anos.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Novidades blogueiras

Eu ainda estou me atualizando aqui no blogger.com, ainda mais agora que tem muitos recursos!
Se você reparar, eu me empolguei e coloquei várias coisas ali na coluna à direita. Uma delas é um recurso do You Tube, que permite que você assista a vídeos aqui, sem sair do blog. Clica em qualquer um dos clips (os quatro quadrados) que estão ali, e vai abrir uma janela aqui em cima do título pra você assistir na hora.
Este mês eu escolhi Lemon Jelly pra começar.
Pra quem não conhece, é um pouco doido, mistura de eletrônico com vocais hipnóticos, mas é calmo, a gente quase entra em transe.
Pode brincar de ver, eu deixo.

domingo, 8 de abril de 2007

entre amigos

Foi um sábado agradável, entre amigos que não vejo com freqüência.
Eu sinto falta de dias assim. Foi ótimo!
Jardim Botânico novamente, o que pra mim, não é nehum sofrimento.
A gente aprende a ver as coisas de outra forma ao lado de alguém que está vendo pela primeira vez! O passeio foi diferente.
Queridos Bia e Mark. Vocês dois são uns fofos e eu adorei a companhia!
Já que aqui é muito íntimo e eu não devo satisfações a estranhos ( que não foram convidados), eu deixo aqui meu carinho e minha torcida pra que vocês dois cresçam e apareçam no mundo (no bom sentido)! E façam o caminho de vocês juntos, um ao lado do outro.
Taí a minha cara de divertimento ontem, clicada pelo Mark. Ficou registrada!
Beijos e boa semana pra todos.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Calor e ônibus não combinam

Tá com preguiça de ler? Pula pra outro. Tá entediante mesmo...


Eu pego ônibus todos os dias. Só em dias de extrema TPM, ou cólicas, ou ressaca, pego um táxi até o trabalho que dá uns dez reais. Mas nos outros dias, ando até o ponto de ônibus e fico lá, fumando um cigarro, vendo quanto tempo eu já estou atrasada...
Aí passa um dos dois que eu pego. Lotado. Entupido. Lata de sardinha.

Aí passa outro igual a este, só que uns 10 minutos depois. Lotado.
Aí passa o segundo que eu gosto de pegar, menos lotado. Entro nele.
A esse ponto, se eu tiver de calça jeans ( hoje por exemplo), ela já está começando a colar em mim. Porque eu quis seguir a tendência e comprei uma calça o mais próximo de skinny que eu podia. Só que EU não sou skinny, então tive que usar o bom senso, e ela é justa, ma non troppo. Note to self: comprar mais shorts, bermudas, saias, ou cortar calças jeans velhas. Proibido usar calça jeans no calor.
Onde eu tava?
Ah.
A calça grudando nas coxas. Aí eu me sento no único lugar que tem. Sabe aquele banco atrás do banco alto? Pois é. Odeio sentar ali, me sinto sufocada. Aí vou pra janela pra respirar. Sol. Não dá, chego pro lado do corredor. Fico inclinando a cabeça pro meio do corredor pra ver alguma coisa. Atrás do banco alto olhando pra baixo eu não fico.
O bom é que a minha ida até o trabalho leva uns 5 minutos. Mas eu desço na Rua Jardim Botânico, o que significa que eu tenho uma ladeira enorme pra subir até o trabalho. E por fim, a rua do trabalho, que é uma ladeirinha a direita da ladeira-mor.
Eu chego lá no atelier botando os bofes pra fora. Toda grudenta. Subo as escadinhas até o pátio, e depois subo as escadas até a minha sala.
Se eu disse que queria subir na vida alguma vez na vida, juro que eu não pedi isso...
Aí ligo o ar.
E meu dia começa.
Não há nada mais civilizado pra mim do que ar-condicionado.
Eu viro um ser-humano digno de novo, e sigo fazendo as minhas tarefas do dia.
Sabe a ironia? Eu estou trabalhando na coleção de inverno. Pedindo moletom pra fábrica, tecidos de poliamida etc Não dá nervoso isso gente? Credo.
Não quero sentir calor. Não preciso disso.
Que venham os nossos 3, 4 dias de frio no Rio de Janeiro. Acho que vou até dormir na varanda.
Entediei vocês o bastante por hoje? Então tá.
Eu só estou esquentando, ainda tem muita porcaria pra sair dessa cabeça aqui.
Sabe o nome do blog? Eu coloquei porque o André vive dizendo isso pra mim.
Que tem coisas que "só acontecem dentro da minha cabeça".
Depois eu explico o "meu mundo é muito perigoso".
Tchau gente.
Vão lá ver Jornal Nacional.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Sebunda

Porque hoje, eu acordei arrastada.
Acordei cedo, até.
Vim até o computador e fiquei olhando pro blog novo. Admirando (senti falta de escrever qualquer bobagem) e pensando no que eu posso escrever aqui. Decidi colocar a foto da rosa que tirei com nossa câmera nova. Testando o macro. Ficou bonita, e a cor é essa mesmo, sem photoshop. Incrível.
Passeamos pelo Jardim Botânico no sábado com direito a macacos (miquinhos também). Aquilo faz bem. Apesar de ter sido picada por um inseto vampiro no pé, que ardia e coçava desesperadamente. Lembrei de coçar o outro pé, pro meu cérebro acreditar que eu estava aliviando o outro. Lembrei da Marina, num post outro dia.
Aí eu fui trabalhar. Cheguei lá 3 horas depois do horário esperado. Chegando uma da tarde não há muito o que fazer burocráticamente, porque está todo mundo enchendo a pança a essa hora.
Esperei mais um pouco e respondi alguns emails.
O desânimo bateu. Vamos sair pra almoçar? Oba. 3 horas da tarde.
Enchi a minha pança e saímos pra buscar tecidos na Lagoa. Duas mulheres carregando rolos de tecido pra dentro do carro (160 metros no total).
A chefe me liga lá pro final do dia pra saber o que rolou. Desconverso, porque não rolou muita coisa.
Segunda-feira a 2km/h.
O que eu mais queria agora era entrar no quarto e ligar o ar-refrigerante (ouvi isso outro dia e achei genial). Mas não tem. Quer dizer, ter tem, mas não funciona muito bem.
Então minha semana começou assim.
Eu me prometi chegar cedo amanhã, pra ver se chega logo o final do dia.
Acredito em disciplina, só não tenho exercido a minha como deveria.

Rosa - Jardim Botânico

domingo, 1 de abril de 2007

Coisas

tem coisas, que só acontecem dentro da minha cabeça.
e tem pouca gente, pouquíssima gente, que entenderia.
e mesmo que não entendam, acho mais bacana assim.
agora vai ser assim.
fica então esse segredo entre nós.